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Somos navios no mar, a deriva em todas as direções.
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Como mariposas, voamos em direção a luz e morremos, queimados.
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Como posso ficar na sua frente?
Como posso pedir perdão se não posso me perdoar?
Ás vezes quero esquecer tudo, mas será realmente possível começar de novo?
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O passado sempre nos alcança, de qualquer forma.
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Deve haver uma maneira de consertar as coisas.
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Nada será consertado até nós começarmos um incêndio.
Queimar tudo, mesmo se nos incendiarmos no processo.
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Tudo se junta na noite.
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