Suphlatus, mão paciente, anjo do Pó


Da carne às cinzas, dos ossos ao pó,
Deixe a areia recuar para os dentes retorcidos e deixe os céus chorarem lágrimas áridas.
Encha teu coração com desdém, ó sábio do pó,
Deixe teu toque limpar nossas transgressões.
Nós nos rendemos à conclusão inevitável.

Poeira


Juramento feito por novos engenheiros em honra ao Vigia que ensinou a arte da construção à Humanidade.

Contos de Antes, Durante e Depois da Era dos Vigias

Publicado por Marco

Alguém que adora história.

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