Morte, escritora do ciclo, és a autora da história que se desdobra, A pena que traça os versos finais, a guardiã da jornada que se renova. Tu és o último capítulo, o ponto final de cada vida que floresce, A mão que fecha o livro da existência, a sombra que o destino tece. Tu és a escriba silenciosa das passagens, a mestra do adeus e do recomeço, Uma narradora que não teme o fim, que dá significado a cada tropeço. Em tuas mãos, as histórias se entrelaçam, as aventuras têm um desfecho, E nos ensinas que todo fim é um novo começo, um renascimento sábio e estreito.