A aniquilação, orgulho efêmero, é o espelho implacável do tempo, Uma lembrança silenciosa de que tudo o que é grandioso é passageiro. É como um vento que varre as torres erguidas pelo ego, Desmantelando castelos de vaidade que um dia se puseram em jogo. Portanto, abracemos a impermanência, abandonemos o orgulho, Deixemos que a aniquilação nos inspire a crescer e a evoluir. Pois na verdadeira humildade encontramos a sabedoria, E na aceitação da nossa finitude, a verdadeira grandiosidade a surgir.