O silêncio, espaço alusivo, é a paleta vazia do som, Uma tela onde as palavras repousam, onde o eco é mudo. É um abraço da quietude, uma conversa com o além, Onde as emoções dançam em gestos, onde a alma se contém. Assim, abracemos o silêncio, espaço alusivo e pleno, Onde o nada se transforma em tudo, onde o mistério é o veneno. Cada pausa é uma história, cada quietude é uma melodia, E no silêncio, encontramos o refúgio da alma, a eterna poesia.