A neve, dançarina muda, é poesia em movimento silencioso, Um véu de pureza que o mundo veste em segredo gracioso. Cada flocos, como notas suspensas em um hino celeste, Desce em espirais suaves, um espetáculo que o coração investe. A neve é a dança do silêncio, um ballet sem palco, Um espetáculo para os olhos, um abraço para o tato. E enquanto ela dança, em sua linguagem muda e serena, Ela nos ensina que, às vezes, a maior beleza está na quietude que resplandece cena após cena.