O fogo, chama sem pecado, dançante e ardente, Uma essência selvagem, um poder resplandecente. Ele se ergue como um poema em chamas no ar, Uma presença majestosa que não se deixa aprisionar. Oh, fogo! Tu és tanto criador quanto destruidor, Queimas o velho, para o novo ter espaço e vigor. E mesmo quando consumes, há beleza em teu ardor, Uma força imponente que molda destinos com fervor.