sinos de ferro, correntes em riste;
a mortalha se rasga, desperto
entre um bater de asas negras
vejo desnudo o anjo príncipe do sol
sua espada marca em meu calcanhar
o início do amanhecer
a ferida, fecha-se
e da marca, enxerga-se a casca
vê-se a face da destruição dos mundos
a íris da Serpente de Tifar