Fevereiro

O mês tá acabando, e logo a minha vida vai ficar bem agitada, entrando numa fase nova.

Eu tenho me sentido um pouco ansiosa, mas em geral, foi um mês muito bom.

Eu saí com meus amigos em Ouro Branco, e logo no final de janeiro eu também fui no cinema como minhas amigas de Lafaiete. Eu adoro passar tempo com todos eles.

Eu também li até o capítulo mais recente de uma webtoon incrível e estou com abstinência. Aiai.

Acho que estes textos são como um diário né. Ou um “mensal”, já que não é diário, hehe.

Logo vou me mudar. Medo.

Eu li três livros do Sherlock Holmes já, tô no quarto, mas duvido que eu termine antes da mudança, e não sei se vou levar o livro comigo pra lá, já que não é meu.

Eu desisti de tentar manter um diário físico. Acho que essa minha fase passou, quexr eu queira ou não.

“Ele” se desculpou das coisas que, internamente, eu queria que ele se desculpasse, apesar de, na frente dos outros, eu defender e dizer que se eu tivesse na mesma situação, teria errado igual. Foi muito bom, um peso que eu não aceitava a existência saiu do meu coração. Acho que seria um milagre se os “outros” fizessem o mesmo né. Admitir erros e pedir desculpas. Se isto acontecesse, grande parte dos meus complexos sumiriam. E rancores também. Afinal, por mais que eu diga que certas pessoas eu não perdoaria nunca, se “ela” viesse e falasse e explicasse e se desculpasse….eu perdoaria. Mas não voltaria a falar com “ela”. Não mais.

Penso se tem alguém no mundo que espera que eu me desculpe por algo também. Se por acaso você tiver algo, por favor, me contate, porque eu não sei.

Acho que dá pra dizer que esse foi um mês ansiosamente tranquilo.

Não sei porque não estou conseguindo escrever parágrafos maiores que nem em janeiro, talvez seja uma questão de estado de espírito: em janeiro eu escrevi com um sentimento, e hoje, com outro.

Continuo sem desenhar. A única coisa que fiz foi um esboço de um rosto, que fiz num caderno aleatório que nem meu é, tirei uma foto e nunca postei.

Ver fotos de desenhos que eu destruí me traz um sentimento complicado.

Será que eu deveria escrever novos textos baseados nos antigos? Mesmos títulos, novas palavras. Quem sabe…

A senhora que eu irei morar junto é bacana. Fala bastante, tem a personalidade forte, é bem direta. Isso me tranquiliza e me preocupa ao mesmo tempo. Pessoas intensas me assustam de início. É muito fácil uma pessoa intensa pegar uma impressão ruim de você e é difícil mudar a opinião delas.

Acho que vou levar o quadro que o Marco fez pra mim. Ele é bonito. Céu verde, céu estrelado. Aquele na aba de Desenhos. Vai ser uma ótima decoração

Meu teclado não tá funcionando direito. Eu tenho que parar de usar borracha perto dele e deixar os farelos entrar dentro das teclas. Se bem que, ultimamente, não usei nada assim, nem fiz nada do tipo. Ou, pelo menos, fechar o notebook enquanto faço isso, né.

Ontem de noite, quando “ele” se desculpou, eu tava chorando antes. Aí ele me fez rir. E, com a desculpa, eu chorei um pouco mais. E falei coisas que guardei no fundo de mim. E ri. E aí fiquei leve. “Ele” é um ótimo amigo. Obrigada Cesuras por me dar a chance de conhecer pessoas diferentes, ver lugares diferentes, fazer coisas diferentes. Uma pena que minha vez de ter essa experiência passou. Mas espero que a(s) pessoa(s) que entrar(em) no meu lugar se sinta(m) assim também, um dia. E eu vou continuar escrevendo, ou melhor, me escrevendo. E um dia, volto a desenhar, afinal, é lauraART. Todas as artes que eu gosto, eu quero voltar a amar. Sem pressão.

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