a morte do amor

As árvores, ao encontro do vento, balançam tristes 

Pois nessa cinza manhã, esvaiu-se, da minha alma, o amor .

Que dor! 

Ah, que dor!

Dor essa que machuca meu peito, rasga meu ser e golpeia meu coração. 

Que rancor

Você piscou no momento que eu gritei, a flor se fechou assim que desencarnei

Ouvi o som do universo assim que a singela folha seca tocou o chão

Senti o início de um terremoto

O tsunami do seu desamor veio logo em seguida, me afogou e me findou. 

Frio, vazio e infinito.

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