Aquele botão de rosa que se recusava a abrir em plena primavera, amanheceu com o mais belo e singelo sorriso pro mundo
Por que tanta implicância em aceitar o novo?
Difícil é suportar a dor da mudança, manter o que está como é.
A chuva vem para lavar a pobre alma dos pobres desacreditados no amor
Pequeno como um átomo, mas extenso como um horizonte sem fim.
Por que que a gente é assim?
Não se permitir, não se entregar.
Sete dias, o botão se fecha.
O amor se entrega? Se regenera até a próxima primavera?
Onde está a chuva? Acho que preciso dela.